É, eu ri dessa.
Você sempre me conta essa história, de que seu meio de contato é falho e que todas as canções que cantei pra você se perdem no eco pra ninguém.
Devo acreditar? Quero acreditar?
Será que faz diferença, acreditar ou não?
Não sei. Sei apenas que você continua voando por aí. Nesse teu jeito.
E mesmo que seja verdade, você poderia ter me procurado de algum jeito. Você voa e espera que eu te cace? Eu também vivo, sabes. E pior, sabes!
Não sei mais de nada nessa vida em relação a você. Mentira, sei. Acho que sei, é difícil definir.
E eu não vou dizer que são só flores. Tem muita mágoa, causada por mim mesmo. Muita tristeza, muito arrependimento de coisa não feita. Será que eu deveria fazer, aliás?
Não sei.
Nossa velha história se repete no seu voo. E se ela terá capítulos novos ou vai ficar sempre na reprise, não sou eu mais quem pode dizer.
sábado, 3 de agosto de 2013
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