Talvez me faltasse o verbo.
Não, mais que isso. A verdade é que pela primeira vez em tempos, não estou amando.
Ao menos é disso que me convenci. Pois tenho tido algumas reações que não me condizem para com amizades. Antes fosse com alguma desconhecida, ou alguém que acabei de conhecer.
Mas que se dane, não me atenho aos detalhes. De fato não faço ideia se sinto algo a mais por alguém hoje.
Só sei que uma coisa é certa.
Depois de tanto apanhar pela vida, de tanto rodar e chegar ao mesmo lugar, talvez eu finalmente tenha aprendido alguma coisa.
O que não faz uma boa noite de sono, não? 12 horas de sono então...
Aprendi finalmente que não temos muita escolha para preencher os vazios momentâneos. Acho que preenchi meu vazio existencial há algum tempo, mas o custo pra enfrentar momentos de desordem não vem incluso e é muito normal que desabemos. A gente talvez precise cair do penhasco pra se sentir vivo dentre alguns sonhos e pesadelos. Sim, nós precisamos disso.
É chato, pior, horripilante e aterrorizante. Dá a sensação de que tudo está perdido e de que jamais poderá ser consertado ou reavido. E já aconteceu antes. E vai continuar acontecendo quando uma tempestade for necessária.
Será que era necessária agora? Eu me pergunto. Você se perguntará quando lhe acontecer parecido.
E eu até hoje não saberia responder tal pergunta. Só sei que depois melhorou, porque tinha de melhorar também. Quando se chega ao fundo do poço, a única opção é subir.
Eu sei que se perseverar, ao menos uma grande e boa notícia chegará. O resto, no entanto, está aquém do simples esforço próprio. Mas, cá comigo sei, que a sorte há de sorrir no momento certo e eu hei de sorrir de volta.
Mas enfim, o que se há de fazer? Só resta ir caminhando, devagar ou rápido. Não sei, só deve ser do jeito que ainda dê pra respirar.
sábado, 6 de abril de 2013
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