Faltavam poucos dias para o fim do ano, quando pela primeira vez em vida, avistei uma estrela cadente.
O contexto em si já era um tanto quanto inédito e confortante. Entre amigos, deitado e avistando o céu noturno com toda sua imensidão de estrelas, de uma forma que poucas vezes na vida havia feito. Quando dei por mim, avistei. Foi muito rápido.
Engraçado, no primeiro momento achei que era viagem da minha cabeça, mas uma amiga confirmou ter tido a mesma visão. Sorri, pensando agora que já não era tão louco.
Nos segundos próximos, me senti feliz. Talvez até emocionado.
Lembrei dos velhos clichês de ditados populares e filmes antigos. Fiz um desejo.
Foi o primeiro que veio à mente, e naquele momento, era o mais sincero também.
Deixei o resto se acertar por si só e fui tomando meu rumo.
O ano virou, muitas coisas que já vinham se criando no ano passado agora surgem como oportunidades concretas, finalmente. Sinto que poderei realizar muita coisa que há muito ansiava. Minha força se faz mais presente, preparei-me com a vida.
E o desejo, ante a estrela cadente, fez-se real de uma forma inusitada.
Há de fazer sentido, o fim, dado o caminho que virá.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
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