Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Some lines

Pretendo dizer algo.
Me peguei hoje, ouvindo uma daquelas músicas boas viciantes alternativas que não estão na grande mídia.
E ouvindo a música, senti saudade.
Senti saudade de algo que nunca vi, nem senti, nem sei dizer como é.
Uma saudade como os versos finais de "Índios", da Legião.

"Quando descobri que é sempre só você 
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem 
A cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi"


Como é que é isso? O que há dentro de mim? Esta sensação estranha. Não sei dizer do que se trata.
Seria o futuro batendo na porta, mudanças chegando? Seria o diabo do vazio querendo sumir?

Ah, eu não sei. E talvez de fato, quero tanto saber quanto também não quero. Não sei dizer se prefiro descobrir as coisas na hora ou antes.
Geralmente, eu, na minha onda afobado, prefiro saber antes. Mas talvez, de uma forma estranhamente segura, eu me embalo até com sorrisos na dúvida de escolher esperar. E vai saber o que vem depois.
Talvez apenas eu deva me reter ao caminho traçado, que traço calmamente. Têm sido bom reencontrar a sinceridade do sorriso. O brilho dos olhos.

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