A memória tem lá seu divertimento. Traz coisas inesperadas pra cabeça, às vezes, porque resolveu que deveria trazer.
E discutir tem razão? Deixo que meus pensamentos me tragam algo pra pensar, algo pra refletir. Pode ser coisa antiga mesmo, dessas assim que falo agora. Às vezes é melhor ocupar a cabeça com um pouco de auto-reflexão do que ficar procurando dar foco em coisas novas que não se definem num jogo de raciocínio apenas.
Isso claro, uma forma de procrastinar pra não pensar numa responsabilidade presente ou outra por alguns momentos que sejam. Quer dizer, não incentivando ser vagabundo, mas, eu procrastino e muito. Mesmo assim, sabe lá como, eu até consigo dar conta de tudo que tenho compromisso de resolver. Então é recomendável esse tempo de filosofia interna psíquica.
E aí eu já estou enfeitando.
A memória me trouxe, nesse dia nebuloso e com cara de poucos amigos, o quanto coisas bizarras costumavam acontecer, e às vezes tornam a fazê-lo.
Fiz minhas primeiras gravações caseiras num dia como esse. A comédia disso é que eu tava resfriado ou perto disso. Não durou muito eu parei.
Também num dia assim, fui muito além e gravei muito mais. E tava mais frio. E eu tava gripadíssimo. E chovia absurdos. Eu jamais poderia esquecer esse dia. Mas se você quiser saber, só procurar aqui algo nos dias 5 e 6 de março de 2010. Vai ser um baque.
Sempre chovia também quando eu fazia merda.
Sempre fazia frio quando eu mais precisava de calor.
E coisas assim.
Sei lá. Não quero voltar a fazer disso aqui um diário. Mas tenho sentido falta de simplesmente, deixar algo.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
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