Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

sábado, 16 de novembro de 2013

Na margem do lago

Ando brincando com as expectativas.
Não deixei de focar nada. Mas simplesmente estou gostando de ver o que posso conseguir.
Estou naquele típico momento de altas reflexões intimistas e universais. 
Como se pra cada hora que passa eu achasse uma nova verdade inegável que eu poderia refutar minutos depois. Só me envolvo em jogos mentais individuais.

E assim vou, brincando com a minha capacidade de imaginar cenários.
Mas talvez o decisivo desta pequena loucura seja o fato de que nessa de brincar, eu de fato vou traçando algum caminho.

É como lançar uma pedra no lago. Você simplesmente vê ela quicando até afundar. 
Depois do primeiro lançamento, pensa em diferentes ângulos de para arremessá-la. 
E assim vai. Lançando em curvas obtusas e esperando efeitos cisalhantes, torcendo pra que a água repulse a pedra ao invés de tragá-la.
Em algum momento, na sorte ou na competência, a pedra atravessa até a outra margem do lago.


O momento em si é extasiante. Só de se estar ali, na margem, podemos aprender muito. 
É a natureza pra si admirar. O reflexo no lago, das coisas que nos tornamos. 
Os amigos que beiram a estrada próxima, e vez por outra vem observar. Talvez até tentar sua vez no arremesso.





Me sinto assim. Arremessando a pedra do meu futuro. Estou acertando os ângulos, e a força. To quase acertando a margem.

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