Ando brincando com as expectativas.
Não deixei de focar nada. Mas simplesmente estou gostando de ver o que posso conseguir.
Estou naquele típico momento de altas reflexões intimistas e universais.
Como se pra cada hora que passa eu achasse uma nova verdade inegável que eu poderia refutar minutos depois. Só me envolvo em jogos mentais individuais.
E assim vou, brincando com a minha capacidade de imaginar cenários.
Mas talvez o decisivo desta pequena loucura seja o fato de que nessa de brincar, eu de fato vou traçando algum caminho.
É como lançar uma pedra no lago. Você simplesmente vê ela quicando até afundar.
Depois do primeiro lançamento, pensa em diferentes ângulos de para arremessá-la.
E assim vai. Lançando em curvas obtusas e esperando efeitos cisalhantes, torcendo pra que a água repulse a pedra ao invés de tragá-la.
Em algum momento, na sorte ou na competência, a pedra atravessa até a outra margem do lago.
O momento em si é extasiante. Só de se estar ali, na margem, podemos aprender muito.
É a natureza pra si admirar. O reflexo no lago, das coisas que nos tornamos.
Os amigos que beiram a estrada próxima, e vez por outra vem observar. Talvez até tentar sua vez no arremesso.
Me sinto assim. Arremessando a pedra do meu futuro. Estou acertando os ângulos, e a força. To quase acertando a margem.
sábado, 16 de novembro de 2013
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