Não, não mais!
Não te aflige mais desta forma!
Deixa cair a máscara, deixa que assim por enquanto está bom.
Seja lá como for, conheci a ti mesmo sem te conhecer.
Então, minha cara, não fale como se o tempo não passasse!
Pare com seus devaneios de tão ínfimo sentido mas cujo peso assola os mais fixos dos teus valores!
Tenha a certeza na alma: és mais do que o destino venha a lhe insinuar!
Fato é, dado tudo que passamos, não posso deixar que te contagies de tal praga.
Vê com clareza agora, não é pela dor da perda e pelo desapego desta, mas pela dor ao não ver-se a si mesma que estás assim. Veja-te.
Confia no que virá, e faz com que seja bom.
Hei de comemorar junto a ti tua felicidade.
Dedicado a minha amiga Daniela Ribeiro.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
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