Disse duas, quem sabe três.
E quantas mais me falhar a memória, e quantas mais ainda tiverem que ser.
Não!
Não vou mudar o meu jeito de ser.
Não vou mudar o meu jeito de sentir.
Não vou mudar o meu jeito de amar.
Não vou mudar a intensidade do meu amor.
Os outros, sejam diferentes opostos ou parecidos comigo, e são felizes em seus desencontros, é problema deles!
Mais certo é o desencontro daquele que desencontra sua essência pra viver um momento em vão.
Serei quem sou, como sempre fui.
Mudarei de opinião, me desculparei com quem ofender.
Mas jamais deixarei pra trás o que me define.
Em prol de ninguém.
Amarei a quem for como esta pessoa é, e peço apenas o mesmo em troca.
Então não me diga mundo, que eu tenho que mudar pra satisfazê-lo, e satisfazer as pessoas erradas!
Mundo, do jeito que andas não serás mais que pó em breve. Em você quase tudo está errado.
Então deixa-me, do meu jeito que pra você e tantos é errado.
Do pouco que te sobrou de certo, Mundo, vasto do gauche Carlos Drummond de Andrade,
São as coisas nas quais acredito. E são elas que me fazem assim.
Então deixa-me, deste jeito. Errante, errado pra você.
Irei ser feliz assim.

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