Viagens virão me dizer. Irão te dizer!
O mundo tem sido tão claro que nos escapa o certo.
A certeza que há na beleza.
A beleza que é transcendental.
Que como diz o poeta, "não é só minha".
Em cada pedaço deste singelo mundo, e na imensidão do espaço dúbio, há beleza.
Beleza no caos dos buracos negros, que levam à outras dimensões impensáveis.
Beleza na intensidade das supernovas, e na velocidade dos cometas.
Tudo que passa está em constante devir, mas tudo deixa seu registro eterno e imutável de beleza também.
Algo único, que não se pode igualar.
Tende isto em vista, e hoje se coloque no meu lugar.
Para mim, que vejo o mundo claro buscando esta beleza certa, é difícil vê-la nas pessoas.
Hoje as pessoas são translúcidas como o mundo. E isso as torna vazias.
Mas ouve, vi em você a beleza que me encanta nas estrelas que admiro no espaço.
Vejo esta beleza em nossa amizade, que aspira as distâncias das tuas viagens, e toma delas como fôlego pra se manter mais forte.
Que seja assim certo, ao menos isto, certo: a beleza que vejo!
Há beleza na mente dual do bêbado que filosofa, há beleza no entoar do grito de liberdade.
Ah, a beleza do som das cordas que você entoa. As tuas, as de teu violão.
São tudo que o homem precisa para aprender o que é beleza. aprender o que é certo e aprender a buscar algo assim pra ser feliz.
Pois que em cada viagem, desejo que encontre esta beleza, como na viagem em que me deu a honra de tua presença me fez encontrá-la.
Dedicado a minha grande amiga Marina Serra.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário