Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Discussões à cerca de..

... E essas reticências se alongaram por alguns minutos. Talvez algumas horas que passaram bem desapercebidas pela minha vista e noção. Se falta de inspiração passa, deve ser culpa da Luiza, menina multifuncional (igual impressora da HP) com quem tenho falado ultimamente. Nos conhecemos por meio da Leticia.
Enfim, enquanto ela se enrola com suas redações, eu me enrolo mesmo com meus pensamentos. É praticamente o fim do período, o calor nunca pareceu tão intenso (e isso sem dúvida é apenas mais uma hipérbole desvairada que todo mundo usa mas que realmente parece fazer sentido de ser), e devo confessar-me um pouco intrigado, talvez fustigado e frustrado.
Podem ser as provas, trabalhosas (e às vezes difíceis) que vieram umas atrás das outras. E ainda não acabaram, tamanha é a tarefa. Pode ser a frustração de não poder botar minhas mãos num teclado e aprender a tocar, aumentando ainda mais meus horizontes musicais. Ou pode ser o diacho do coração agoniado. Mas este eu descarto: é constante da minha vida, estou mais que acostumado.

E é legal ver algumas recompensas. Se me demora a inspiração pra escrever, a música anda viva e os ensaios tem sido promissores. As notas não saíram tão ruins, e o descanso vai chegando.
Espero que caia aquela chuva leve de verão, só pra refrescar. Quero tempo pra descansar sob a sombra de uma árvore majestosa, com uma água de coco e o violão em punho. Lápis, pra anotar quaisquer músicas que vierem com tanta beleza a me cercar nessa cidade. Ah amigos, sejamos sinceros, a cidade pode ter tanto problema quanto for, há um quê neste Rio de Janeiro que nos faz sentir abençoados.
E se o Cristo de mãos fechadas dos Paralamas é tão real quanto o monumento que recebe todos de braços abertos, eu prefiro às vezes esquecer de ambos e só olhar ao fundo da Baía de Guanabara. Há mais que a poluição, também há mais que o horizonte.
Há muito mais do que a minha consciência crítica observadora ou minha empolgação ilusória possam ser capazes de ver. E que dirá compreender.
Olhar pra imensidão, azul, e só.


Cantar algo. Cantar, tocar.

Respirar fundo.

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