Já gastei mil versos.
Já usei da poética, da prosa. E disse quase tudo que tinha pra dizer, a quem eu tinha de dizer, e queria dizer.
Mas sempre fica algo guardado. Pro olho no olho, essencial.
Hoje, depois de gastar meus neurônios sem ser frutífero como queria, sento em frente ao computador, relaxado e esperançoso pras provações que terei em breve. É necessário ser assim, e eu sempre fui lá da minha forma.
É sempre difícil achar um ponto de equilíbrio. Descobrir uma situação em que tudo se encaixe sem exageros, sem forçação de barras. Não dá, e serei firme nisto, não dá pra só pensar no acadêmico, ou no hobby, ou no talento, ou nos amores, ou mesmo focar em nada.
Então serei breve. Estas são as minhas anotações pra levar uma boa vida.
Pra cada relatório escrito, uma boa refeição.
Pra cada prato bem batido, uma brincadeira bem corrida com seu bicho de estimação.
Brincou? Um banho relaxante.
Banho só pode ser seguido de uma sombra.
Sombra com um violão no colo, pra cantar o tempo.
Cantado o tempo, em seus acordes adimensionais, retorne ao batente, inspirado.
Faça valer cada trabalho, cada momento estudando. Absorvido isso, diga a alguém que ama: "Te amo".
E então ouça: "Te amo também".
Um pouco disso, a cada dia, mesmo que não se possa ter tudo, é o suficiente, para mim. Não é uma regra, algo que tenha que ser seguido. Posso ter um dia sem nada dessas coisas, e talvez seja um grande dia.
Mas uma vida sem nada destas anotações, não será uma vida.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
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