Tem chovido bastante, ultimamente.
Uma coisa que notei, por acaso com o passar do tempo, é que sempre (repito, SEMPRE) que está chovendo (principalmente forte como hoje e dias atrás), alguma coisa de importante aconteceu comigo.
Costuma ser assim sempre. Devido ao meu azar, não costumam ser coisas muito boas.
Mas às vezes são, e isso compensa.
Bom, deixa eu parar pra pensar nos últimos dias, antes dessa chuvarada dos infernos chegar. Não que eu tenha problemas com a simples consequência da evaporação nos dias de calor, mas ela gera problemas pra quem não mora na zona sul, como um todo. Especialmente por aqui nas redondezas. Se por um lado eu nunca tenha sofrido problemas com alagamentos (a não ser talvez no caminho de casa em certas viagens), com certeza eu posso dizer que virei um bicho noturno com as quedas de luz. São a coisa mais frequente por aqui. Aliás, chega a ser irônico, pois de tanto que a luz falta na minha rua, ela é a única rua que fica com luz quando cai no resto da Ilha toda (tá, não é exatamente assim, mas já aconteceu algumas vezes).
Voltando, eu digo chuvarada dos infernos pelo simples fato destas consequências. Apenas isso. O volume de chuva não me afeta, isso nunca muda.
De fato, estou até com sorte. Geralmente basta uma brisa leve pro sinal da internet cair por aqui. Hoje, por outro lado, foi quase uma tempestade elétrica, e a coisa se segurou, afinal de contas.
Enfim, parei aqui pra pensar na chuva. As coisas que me aconteceram.
O primeiro 'eu te amo' que me disseram foi por causa da chuva. Aquela que perdi na estrada. Chega a ser engraçado lembrar.
Na chuva também briguei muitas vezes. Arrumei sarna pra me coçar. Chorei dores. Nunca era nada simples por si só.
Mas se banhar na chuva é bom. Deixar lavar a alma.
Hoje, chove torrencialmente, com todos os raios e trovões que se tem direito. E hoje, talvez as coisas nunca tenham estado tão promissoras pra mim.
O resto é andar.
terça-feira, 5 de março de 2013
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