Colegiado lá, sei lá, uma parada dessas. Eu só sabia que hoje não ia ter aula, assim como ontem de tarde não teve e eu fui pra casa do Julio fazer trabalho. Aliás, tenho que contar algo que descobri naquela noite e não contei por aqui.
Chegamos em casa eu e minha mãe ao mesmo tempo, coisa rara de acontecer. Nisso minha mãe comentou que a Mel andava fugida, pois tinha alguns dias que não encontra na hora de sair. Aí que minha tia mandou a bomba:
'Ela morreu. Nelsinho (meu tio) disse que ela foi atropelada e andou se arrastando depois. Disse também que vomitava, provavelmente veneno. Ligaram pra ele avisando, ele procurou por ela mas o corpo tinha sumido. Provavelmente, quem deu veneno, escondeu.'
Minha mãe começou a engasgar com as palavras:
'QUÊ??? MAS QUE DROGA, DE TANTOS CACHORROS DE MERDA, LOGO A QUENGA? LOGO A QUENGA? A ÚNICA QUE PRESTAVA..'
Eu estava triste mas, a reação da minha mãe me deu vontade de rir. Rir porque ela sempre reclamava dos cachorros e PRINCIPALMENTE da Mel, que vivia dando voltas nela e escapando pra rua. Sei que minha mãe continuava indignada, engasgando, então, abracei ela, que começou a chorar. E ela chorando é uma enchente. E ela chorava, encharcava minha camisa, levantava a cabeça pra resmungar mais 3 ou 4 frases e chorava de novo. Ninguém esperava essa reação, DELA menos ainda.
Enfim, isso é pra vocês verem, como eu disse, aqui não dá pra ter cachorro, e muito antes de eu nascer já tinha um monte. Eles precisam de donos com melhores condições, e sem dúvida, MELHORES VIZINHANÇAS. Peço, mais uma vez, por favor, pra quem puder, não deixar de me procurar se quiser um filhote ou um cachorro mais experiente e esperto.
Enfim..acordei hoje lá pelas 9 e pouco. Só o tempo de fazer o resuminho do trabalho de português, tomar banho, me arrumar e almoçar. Saí pro estágio.
Chegando lá fiquei esperando uns minutos. Debora e Vitória chegaram depois. A Cristina passou avisando que a gente ia pro escritório dela ajudar numa grande 'empreitada' por assim dizer. A Veloni não tinha chegado, e provavelmente a gente ia ter que fazer isso mesmo.
Entramos lá, e ela veio explicando. Era sobre a dragagem nos portos brasileiros. Ela precisava fazer um levantamento geral de todos os detalhes quanto a resíduos sólidos, especificamente os portuários. Era necessário cruzar esses dados com as características de cada porto, legislação estadual e municipal de cada lugar no assnto de resíduos, fora a própria legislação nacional quanto a esse assunto. Esta, aliás, a Cristina me estendeu na mão e eu reconheci. Tínhamos estudado no 2º ano.
Ela precisava da nossa ajuda por uma simples questão: ERA COISA PRA CARALHO PRA PESQUISAR. E quantos mais fossem ajudar, melhor. Fomos a tarefa. Não era fácil achar nada. Tudo tinha alguma trava, ou era vago demais.
Essa parte de gestão de resíduos, enquanto a parte de mudanças climáticas não começa até por falta de espaço no IVIG, vai ser tranquila e bem legal pra mim. Tá longe de ser minha favorita, mas como meu pai trabalha com isso, eu to pra lá de familiarizado com o assunto e todos os seus termos, etc, enfim. Pode render algo legal.
Saímos de lá do escritório pelas 4 e pouco, a Veloni finalmente apareceu e marcou uma parada pra gente fazer sexta, e fomos embora.
Não encontrei a Michelle, pena..rs
Agora amanhã voltando a atividade. E na ralação direto...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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