Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Santo seja, dia estranho sem aula

Colegiado lá, sei lá, uma parada dessas. Eu só sabia que hoje não ia ter aula, assim como ontem de tarde não teve e eu fui pra casa do Julio fazer trabalho. Aliás, tenho que contar algo que descobri naquela noite e não contei por aqui.
Chegamos em casa eu e minha mãe ao mesmo tempo, coisa rara de acontecer. Nisso minha mãe comentou que a Mel andava fugida, pois tinha alguns dias que não encontra na hora de sair. Aí que minha tia mandou a bomba:
'Ela morreu. Nelsinho (meu tio) disse que ela foi atropelada e andou se arrastando depois. Disse também que vomitava, provavelmente veneno. Ligaram pra ele avisando, ele procurou por ela mas o corpo tinha sumido. Provavelmente, quem deu veneno, escondeu.'
Minha mãe começou a engasgar com as palavras:
'QUÊ??? MAS QUE DROGA, DE TANTOS CACHORROS DE MERDA, LOGO A QUENGA? LOGO A QUENGA? A ÚNICA QUE PRESTAVA..'
Eu estava triste mas, a reação da minha mãe me deu vontade de rir. Rir porque ela sempre reclamava dos cachorros e PRINCIPALMENTE da Mel, que vivia dando voltas nela e escapando pra rua. Sei que minha mãe continuava indignada, engasgando, então, abracei ela, que começou a chorar. E ela chorando é uma enchente. E ela chorava, encharcava minha camisa, levantava a cabeça pra resmungar mais 3 ou 4 frases e chorava de novo. Ninguém esperava essa reação, DELA menos ainda.
Enfim, isso é pra vocês verem, como eu disse, aqui não dá pra ter cachorro, e muito antes de eu nascer já tinha um monte. Eles precisam de donos com melhores condições, e sem dúvida, MELHORES VIZINHANÇAS. Peço, mais uma vez, por favor, pra quem puder, não deixar de me procurar se quiser um filhote ou um cachorro mais experiente e esperto.
Enfim..acordei hoje lá pelas 9 e pouco. Só o tempo de fazer o resuminho do trabalho de português, tomar banho, me arrumar e almoçar. Saí pro estágio.
Chegando lá fiquei esperando uns minutos. Debora e Vitória chegaram depois. A Cristina passou avisando que a gente ia pro escritório dela ajudar numa grande 'empreitada' por assim dizer. A Veloni não tinha chegado, e provavelmente a gente ia ter que fazer isso mesmo.
Entramos lá, e ela veio explicando. Era sobre a dragagem nos portos brasileiros. Ela precisava fazer um levantamento geral de todos os detalhes quanto a resíduos sólidos, especificamente os portuários. Era necessário cruzar esses dados com as características de cada porto, legislação estadual e municipal de cada lugar no assnto de resíduos, fora a própria legislação nacional quanto a esse assunto. Esta, aliás, a Cristina me estendeu na mão e eu reconheci. Tínhamos estudado no 2º ano.
Ela precisava da nossa ajuda por uma simples questão: ERA COISA PRA CARALHO PRA PESQUISAR. E quantos mais fossem ajudar, melhor. Fomos a tarefa. Não era fácil achar nada. Tudo tinha alguma trava, ou era vago demais.
Essa parte de gestão de resíduos, enquanto a parte de mudanças climáticas não começa até por falta de espaço no IVIG, vai ser tranquila e bem legal pra mim. Tá longe de ser minha favorita, mas como meu pai trabalha com isso, eu to pra lá de familiarizado com o assunto e todos os seus termos, etc, enfim. Pode render algo legal.
Saímos de lá do escritório pelas 4 e pouco, a Veloni finalmente apareceu e marcou uma parada pra gente fazer sexta, e fomos embora.
Não encontrei a Michelle, pena..rs
Agora amanhã voltando a atividade. E na ralação direto...

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