Sempre foi assim,
e sempre vai ser!!
Vivendo apenas pra vencer
a falta que me faz você.'
Cpm 22, 'Um minuto para o fim do mundo.' Fiquei pensando em músicas que falassem sobre o tempo passando de maneira corrida e a gente tendo que aproveitar o mais rápido possível, o que é, aliás, parte do significado principal do blog do que vos fala. Essa foi a única que passou pela cabeça.
Hoje o dia teve muito disso. O tempo correndo e eu tentando aproveitar, resolvendo coisas que deveria ter resolvido antes, sei lá como definir isso. A gente vai ficando mais velho, mais maduro, e com o tempo percebe que tem certas coisas que não tem jeito, e mesmo assim, a gente insiste em mudar, tentar consertar.
Tipo, peguei o ônibus, e depois de muitos olhares trocados em diferentes viagens, finalmente dei a sorte de sentar no mesmo banco de uma menina que subia no mundial. Ela ia pra Tijuca pelo que dava pra ver. Finalmente nos conhecemos, como sempre, eu puxei o papo naqueles contextos de busão mesmo. E foi bem comédia. Ela ria bastante com minhas histórias e talz, rolou um clima legal. Adriane. Pena que o nome é praticamente igual o da minha mãe. Nisso apareceram lá por Bonsucesso a Yasmin e a Thaísa. Lembrei-as de novo de me trazerem seus msns pra gente se falar além do 634..xD
Desci. Dois vagos, só de papo. O Aurino, quem diria, apareceu na hora. Matéria rápida. Assim como o Hercules. Liberados por causa da prova de apoio, fiquei de papo com o Wallace e o Marcos, que me apresentaram sua amiga Camille. Parece ser uma menina legal e inteligente, gosta de Los Hermanos.
Enquanto a roda evangélica ao lado ia cantando, o pessoal do apoio de matemática ia entrando. Jenifer passou por mim, só o tempo de um cumprimento.
Fiquei de papo, por incrível que pareça, com a Ruth. Falamos como os amigos que éramos, ou somos. Ali maior tempão, o Saulo apareceu também. Toquei violão, emprestado de um amigo da May. A May conversava com todos e eu viajava tentando tocar alguma coisa na viola de destro.
Fui almoçar acompanhado do Saulo, e na volta, fiquei conversando com a Jenifer, Breno e mais algumas pessoas na roda. Na ânsia de saber se teria aula ou não (não havia água desde cedo quando cheguei) subimos com o Davi. O Souza se juntou a nós no meio do caminho. Nada de resposta. Demos a volta, a guardinha chata falou que ia ser divulgado só 1 hora, mas teria prova pros que tavam de apoio em inglês. Andamos, e quando Jenifer foi ao banheiro, ficamos esperando e reparamos numa mariposa GIGANTE que estava parada, estática, do lado do banheiro masculino. Pensando nas possíveis brincadeiras, eu comecei a propor umas paradas comédias e o Davi arregou e saiu andando. O Souza se enrolou tendo que ajudar uma moça com mochila pesada a subir as escadas. Nisso, desce a Ana Clara, a gente dá aqueles beijos no rosto de cumprimento LOGO na hora que a Jenifer saiu do banheiro. Ela me olhou com aquela cara de raiva que só ela sabe fazer. Eu, de imediato, apontei a mariposa pras duas. Rapidamente a tensão saiu e Jenny começou a rir.
Ficamos andando, o Souza nos encontrou de novo. Subimos e lá estava o Davi. Ficamos conversando, mais eu e a Jenifer do que o Davi com a gente. Conversamos sobre tudo que era possível, eu acho. Quer dizer, quase tudo, como o fato de eu ainda ficar tentado a voltar, e ainda ter meus sentimentos guardados aqui, mas isso sempre acaba pintando em indiretas.
Liberaram, ela desceu, e conforme descíamos, encontramos o Henrique e a Luana. Aquele oi rápido e então cada um tomou seu rumo, eu encontrei a Bárbara e falamos rápido.
Fui embora, e por algum azar ou sorte do destino, fui embora com a Ruth. Dessa vez de Leopoldina.
Pegamos um 327 que ia pela linha vermelha (segundo ela era a nova numeração do 322, mas desde quando o 322 pode pegar a linha vermelha? Pra mim essa era realmente, uma nova). Cena curiosa, ela dormiu encostada no meu ombro por alguns minutos, e eu acabei dormindo também, encostado na cabeça dela.
Acordamos na entrada da Ilha.
Enfim, ela desceu. Eu não sabia bem se tava feliz com aquilo tudo ou não. Ainda não sei. E o tempo vai passando, e eu tentando aproveitar.
Minha mãe acaba de me dar um esporro porquê me acha idiota de não ter me inscrito ainda no vestibular. Idiota é ela que num sabe que o filho sequer quer entra pra UERJ, e que a UFF e UFRJ só daqui uns meses, pelo que sei, que abre. Me chamou de idiota mesmo. Quem quer uma mãe dessas? Eu vendo. Me cobra sobre escola, em casa, até sobre o meu futuro, que é coisa que EU decido. Nessas horas, se ela fosse homem, eu só dava UM no meio na cara dela, pra desmontar e nunca mais pensar em me chamar de idiota. Idiota tá ali rebolando no baile funk bebendo todas enquanto eu estudo. A vaga que poderia ser desse cara, é minha.
Minha mãe realmente não me conhece.
To indo. Abraços
Fui embora
segunda-feira, 9 de maio de 2011
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