Estou tendo mais paciência do que nunca tive na minha vida. Talvez porquê eu esteja viciado na Jenifer. Já não me basta ver. Nem apenas estar perto. O cheiro, o toque, o gosto, é tudo muito vivo e forte na minha memória. E tenho certeza de que na dela também.
Eu já passo perto e vejo o ar tomar cor em volta dela. O perfume é visível. Quase tocável. Um quê de sublime. Cara que viagem..
E bom, ontem eu já tinha levado uma baita surpresa: a Taissa veio no msn carregada no caps lock com um discurso gigante de como tava feliz, de como me desejava sorte e felicidade, etc. Se daquela vez que liguei o moda FODA-SE eu me arrependi, imagina agora. Passei muito tempo sem olhar na cara dela direito. Enfim, ela não merecia né (pelo menos não tanto).
E assim fui durmir, pensando em como cantar pra Jenifer. A música tava pronta, mas eu tava totalmente descompassado.
Acordei né, enrolando ainda um pouco. Mas não tinha lá muita escolha. Viola e cifras arrumadas, mochila relativamente leve, parti.
Numa cagada, peguei o linha vermelha. Trânsito aquelas coisas. Mas cheguei com bastante tempo pra ensaiar.
E realmente eu PRECISAVA ensaiar. De manhã minha voz é uma merda. E eu tinha que dar um jeito de, soando mal ou bem, achar o tempo certo pra cantar e tocar a música. Eita dificuldade, comecei a acertar as notas quando o Phelipe chegou. Mesmo assim, não tive o sucesso completo. Algumas partes ficaram até fixas, mas ainda tinha a maldita ponte antes do refrão pra eu acertar...e nada.
Chegou a hora da prova de apoio de matemática, e enquanto uma porrada de pessoas da minha turma e da 14 partia, ficamos eu, Mayara, e mais algumas poucas cabeças esperando aula de analítica, SE houvesse alguma. Jenifer apareceu então, eu disse onde era a sala da prova dela, e a gente combinou de estudar pra outra prova.
Analítica rapidamente se resolveu, afinal a prof liberou cedo por causa dos poucos alunos. Fiquei esperando a Jenifer sair da prova...
Muito tempo passando, eu pouco ensaiava, e sei lá, tinha que inventar algo. Beleza né, lanchei um salgado. Não tenho almoçado. Ela apareceu e a gente foi estudar, se bem que nem foi estudo direito. Fui eu tentando beijar e ela fingido que estudava. Eu não ia pra aula mesmo, dois tempos só era coisa inútil. Esperei ela sair mais uma vez da prova. Dessa vez saiu rápido.
E logo, olhando pra ela, os ensaios, mal ou bem, tiveram seu resultado. Cantei, à contragosto dela, a música, e parecia que eu tinha tudo pronto de muito tempo. E estampado na cara dela a admiração, e claro, ela não me olhava nos olhos. Me enrolou o tempo todo até ela entrar e eu descer.
No pátio, acabei encontrando a Taissa. Ela quer conhecer a Jenifer, e comecei a pensar em como fazer isso sem parecer muito estranho ou desconfortável pra ninguém.
Passei muito tempo com velhos amigos: Zé do Alho, Elton John e Jorge.
Com a batida do recreio, me reuni com ela e o Henrique. Papos acertados de cada um, até o momento que eu e a Jenifer fomos ficar no nosso cantinho. O foda é que hoje, por causa do estudo e do doce, nem SELINHO rolou. E isso tava me deixando doido. Não resisto mais. Não tem como resistir mais.
Quando colamos os rostos, ela nunca olha fixo nos meus olhos. Eu sempre soube o motivo, mas fiz questão de ouvir da boca dela, perguntei:
'Se eu olhar no seus olhos...
eu vou te beijar na hora..'
E como ela não quer dar o braço a torcer em público. Enfim.. Vou arranjar um canto BEEEM particular pra gente. Aí vai rolar bastante olho no olho.
Voltei pra casa cedo, e disposto a pensar nas maneiras de resolver isso e darmos o passo definitivo na 'relação'. Fogão deu vexame, tomou 4 daquele TIME DE MEEEEEEERDA do Goiás, e a combinação de resultados não ajudou em nada.
Verei Flu e Corinthias, sem dúvida O JOGO da rodada. Minha mãe vai usar aqui e talvez mais tarde eu volte.
Abraços e beijos.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário