Um dia memorável, sem dúvidas. Emocionante, se assim posso dizer.
Acordei cedo e talz, tava chovendo. Quando a chuva passou, me arrumei, peguei a viola e fui pra escola.
No engarrafamento e na lotação, o Jonathan veio junto no 634. O papo foi bom até ser calado pelo tédio da viagem. Ao chegarmos, ele subiu direto enquanto eu lia as manchetes de jornal.
Subi e talz. Fiquei tocando violão por um bom tempo até que resolvi terminar os deveres da apostila de inglês, que podia entregar hoje e talz.
Perto de meio dia 'almocei' enquanto conversava com o Souza e o Vincenzo. Ao bater das 12, fui ver o jogo do Pavilhão.
Primeiro tempo movimentado e tenso, com uma bola na trave a nosso favor. Com o idiota do Anderson excluído do lado de fora sem poder apitar, eu tinha ainda mais esperanças na vitória. Mas o primeiro tempo demorou MUITO. Eram 12 e 40 no fim dele. Começou o segundo tempo, sol de rachar, e o jogo ainda na mesma. Deu 13 e 05, não me aguentei e subi. Pedi pro Saulo me ligar com o resultado.
E eu não iria acreditar no que saiu:
'CARA, CDM GANHOU NOS PÊNALTIS: 4 A 2'
Eu fiquei perplexo. Mais um ano aturando os babacas se achando. Mais engasgo. E o pior, dessa vez foi limpo. Não vou aqui dar os parabéns, pra mim esse povo do CDM podia todo mais se fuder que eu não tava nem ligando. Minha expressão é apenas de gratidão: ao Pavilhão que mais uma vez me fez deixar de ser um muleque calmo como outro qualquer pra me estressar loucamente, gritar mais que o Ricardo, torcer tanto quando pro meu Fogão. O time mais uma vez mostrou raça, acima dos outros. O Pavilhão foi reconhecido até pelos rivais da manhã como o time mais raçudo. Tá bom ou quer mais? Quem se entrega merece chegar longe.
As amigas minhas que jogaram esse ano no Pavilhão: muito obrigado.
Aula de filosofia: debate POLÊMICO, como não podia deixar de ser na última aula.
Português mamão com açúcar.
Recreio com a Jenifer, ela já meio que sabia o que ia fazer. Nos vais e vens pelo pátio e corredor, finalmente nos assentamos na sala dela.
Pedi ela em namoro a minha maneira. Ela ficou super envergonhada, tímida, emocionada. Já estamos juntos, mas eu queria oficializar né.
Deixei ela pensando enquanto eu tocava violão do lado de fora, apenas esperando.
Depois de um tempo vi que a turma dela saiu e fui ver minha mineira.
Ela quis passar bastante tempo comigo, e não fui eu a recusar. Ficamos no pátio, ela comprou um biscoito e enquanto comíamos estávamos aquecidos com o calor um do outro. Jenny enrolou pra me beijar, e disse na rua:
'Eu vou compensar todos os que não dei num beijão só, um dia você verá'
Eu virei e disse..
'No último dia não rola, eu sempre fico triste no último dia..'
'E quem disse que vai ser?' respondeu ela. Olhei nos olhos da mineira, ela já tinha planejado quando. Amo essa menina.
Nos despedimos, eu meti o pé.
Na leopoldina, ponto lotado. Ônibus não paravam. Fechamos de pegar o 485. Agora tem os amigos da FAETEC que moram na ilha pra deixar o papo maior, assim como a turma. Ficamos muito tempo conversando e papeando. Cheguei tarde, mas surpreendentemente, antes da minha mãe.
Amanhã nem sei como ficou a parada de LA, e tem algo de física que eu sei. Fora o trabalho de geografia. Enfim, abraço.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário