Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Melhora forçada, independência a ser conquistada

Simplesmente porquê tinha que ser assim. As quintas feiras ingratas oficialmente estão acabadas, mas também cabe a mim fazer o possível pra não dar chance ao azar.
Acordei bem cedo, aula de monitoramento, ia ter a determinação lá do trabalho, não podia me atrasar. E foi por pouco que não me atrasei, uma vez que o trânsito tava uma merda.
Cheguei, era uma mistão da minha turma com a 14. Antes que o Sérgio Cabo passasse o tal trabalho, a Lygia disse que esse ano mais uma vez ia ter a parada de limpeza da Lagoa. Tenho boas recordações dessa data ano passado. Um pouco depois eu iria criar o blog. O aniversário do blog tá chegando, é dia 14 de novembro!
Enfim, me dispus a ir de novo. Já que o passeio pra Minas pode furar né...
Bom, montamos grupos mistos, ficou bem melhor assim, mata as saudades do ano passado.
Nesse clima nostálgico, fiquei do lado de fora, esperando que a Jenifer saísse, ela tinha aula até umas 11 e 15 eu acho. Pra minha surpresa, minha mineira aparece na minha frente, entrando na escola ainda. Pra lá de atrasada é claro. Conversamos um pouco. Pensávamos que a aula tivesse acabado, então ela ia lá falar com a professora rapidinho. Só que a merda da aula ainda tava rolando, e tinha mais é que trabalhar com o tempo que fosse. Jenny (é, eu chamo ela assim muitas vezes...kkk) entrou e eu fiquei no corredor. O tempo foi passando, e encontrei o Breno, ficamos de papo lá perto da cantina. Quando o pessoal da turma dela foi saindo, eu logo saquei que ela ia aparecer, mas mesmo com a grande maioria fora eu não quis entrar.
Enquanto meu papo rolava até com mais gente (agoram eram Breno, Rappa e Kovac), apenas um ímpeto e eu me dirigi até a entrada.
Ela veio na minha direção. Eu tinha lanchado e ela ia almoçar lá embaixo. Tive que acompanhar, num tinha jeito.
Jenifer ficou pra conversar com sua amiga da manhã e eu meti o pé pra ver os jogos. Rayna me disse que ia ter CDM (cunhadetes) X MK, e o vencedor encarava o Pavilhão. Claro que a torcida era pro MK, e me surpreendi com a quantidade de torcedores. Sabe o porquê? Simples, no MK só gente popular da tarde. Pra minha surpresa, uma velha amiga: Daniella.
Bom, fui ver o jogo. Jonathan tava por lá, a goleira era amiga dele, eu conhecia também. A 'MKotoco' foi muito bem durante o primeiro tempo, assim como o resto do time. Embora pecasse nas finalizações (problema que o Pavilhão teve no seu primeiro tempo de ontem), o MK dominava a partida, e inaugurou o placar sem muita dificuldade. As cunhadetes perdidas em campo, pro meu deleite. Ao fim do primeiro tempo, que me empolgou, avisei ao Jonathan..
'Te prepara que agora que vai começar a roubalheira, vão fazer o impossível pras Cunhadetes ganharem...'
Quem tava apitando? O Léo, pra variar. Acho que o Vitor também tava na quadra. Esses caras realmente não podem ter noção alguma, tem que ser muito discarado pra fazer o que fazem. Se tivesse um pouco mais de seriedade na hora que montaram o campeonato, ninguém deixava eles apitarem.
Cunhadetes = time das namoradas e fãzetes bestas do CDM.
Léo, Vitor e Anderson = praticamente os líderes do CDM.
ELES REALMENTE PODEM APITAR IMPARCIALMENTE?
Momento Pânico:
'Ahhhh vá.'
Quem acham que enganam? Toda vez é isso. Bom, a roubalheira gerou um lateral revertido sabe se lá Deus porquê, que fez as cunhadetes pegarem a marcação do MK desarrumada e empatar o jogo.
O empate deu moral ao time, e desbancou toda a das meninas do MK. Mal organizadas em campo, se perderam entre atacar e marcar. Pra sair pro jogo, a MKotoco não tinha ninguém ao seu alcance de passe, ninguém se apresentava, todas na frente querendo bola no desespero. No lateral era pior, bater lateral era isolar com a porra da bola. Pra defender o desespero era COLOSSAL, as meninas nem sequer corriam mais, tocavam na bola como se estivessem mortas. E isso porquê tava empatado e precisavam se acalmar, tocar a bola e arriscar chutes. Imagine então você o efeito do gol da virada das Cunhadetes.
Se você seguiu a linha descritiva aqui plantada gradativamente, deve ter imaginado um abatimento pior do que ser tri-vice do Fra com times melhores e mais merecedores. Acha difícil a coisa piorar?
Imagina com o terceiro gol do time da manhã. Expressão igual, só vi no rebaixamento de grandes clubes.
No fim do jogo, dei as costas e subi. Ficar olhando pra cara daqueles ladrões fudia com meus nervos.
Fui pra aula, física. Pelo menos o JC torna as coisas engraçadas.
Ao fim da aula, aproveitei pra falar com a Jenny. Falei que tinha uma surpresa, pra ela vir comigo no recreio na minha sala que ela ia adorar. Ficou cheia de vergonha e tomou seu rumo pra aula de música.
LA = a aula mais vaga do ano. Demorou pra começar, o Alex acelerou a matéria até sem necessidade, queria que a gente ajudasse a levar umas paradas, mas acabou tudo se resolvendo sem que tivéssemos que levantar um dedo. Ficamos na sala de papo. Fez-se uma roda do grupo da Vitória e cia, pra discutir sobre a gincana que organizaram. Eu saí enquanto os grupos competidores iam chegando, eu sabia que a parada ia ficar tensa por lá.
Encontrei a Jenifer. Ela tava liberada, mas com alguns afazeres, e iria embora depois do recreio com a Makcym.
Levei a mineira comigo na minha sala, estávamos sozinhos. Quando ela viu a caixa de bombons saindo da minha mochila, ficou vermelha como uma flor. A expressão mudou quando eu disse:
'Um aqui eu vou separar, é pra mandar de presente pra uma amiga minha, a Debora (prima da Vanessa), a gente quase não se vê e somos muitos amigos. O resto é todo seu.'
Ela ficou meio bolada, mas logo deixou disso. Morria de vergonha, e de felicidade. Fazia doce que não queria. Eu insisti. Ela os pegou e guardou, mas disse que ia dividir comigo, ia comer uns 3 só.
Pedi um selinho, pra matar a saudade. Ela relutou por um tempo, mas o doce com os doces durou mais que o doce pro beijo...kkkk
Levei ela lá embaixo pra tirar as xerox que ela queria, enquanto ela comia os bombons, feliz que só. Me deu uns pedaços. No fim do recreio, fomos até a sala dela, nos despedimos e fui ver minha aula de biologia.
Graças as mentes malignas de Tomaz e Andrey eu caguei de rir junto com eles durante a aula, que passou rápido.
Fui embora numa velocidade muito boa. Éramos eu, Jonathan, Wallace e Gabriel.
Cheguei até cedo. Estudei pros testes de química de amanhã. Peguei o material de desenho, vou fazer trabalho.
O tempo tá passando, o ano acabando. Reta final tá aí. Fazer o impossível pra tudo dar certo.

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