Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

sábado, 9 de outubro de 2010

Imagine

Tenho a impressão de que de certa forma este título pode ser repetição. Ou não. Que se dane, vamos a escrita:

Acordei cedo né, aquele martírio. Arrumando, almocei lasanha cheio de gosto e parti pra escola.
O 634 chegou rapidinho. Cheguei ainda mais rápido no cpII. Não tinha muita gente, ainda tava cedo. Encontrei o Phelipe e ficamos de papo o tempo todo..até subir.
A sala tava bem vazia no primeiro tempo de geografia. Pelo menos assim a aula correu rápido. No segundo o pessoal foi chegando.
Ao fim, a avatar de biologia já entrou na sala, pedi pra ir no banheiro pra enrolar um pouco no corredor. Não tive tempo pra fazer nada, rapidinho chegou Biologia. Liberados uns 10 minutos mais cedo pro recreio. Fui na turma da Jenifer mas tava uma situação estranha. Não sabia se eu entrava pra vê-la ou não. Passei voltando e a Pamela me chamou:
'Calvin, a Jenifer tá te chamando..'
Entrei. Ela morrendo de saudade. Eu também. Conversamos de mãos dadas. Está combinado de nos encontrarmos quinta, e quem sabe quarta. Já na saudade, nos despedimos. Ai, amo essa menina. Demais.
Na aula de história tudo passou rápido também. Depois que saí, não esperei nada. Os muleques do Monuma tinham faltado todos, em exceção do Rappa e do Breno. A Jenifer tinha ido pra casa de uma prima. Parti. Cheguei BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM cedo em casa.
Daqui me arrumei e fui com meu irmão e meu pai e a Helena na festa de aniversário do meu primo Miguel. Na festa encontrei vários velhos amigos e parentes. Igor, Isabela, Simone, Mariana, tio Marcos, tia Eduarda, tia Márcia, tia Ana, tio Guilherme e minha vó, fora uma porrada de gente. Foi bom. A festa foi legal e talz, deu pra comer bem.
Voltei aqui pra casa e talz. Na festa eu contei pro meu pai sobre a Jenifer. Ele reagiu bem, a falação um pouco parecida com a da minha mãe, enfim. Mas tudo tranquilo. O engraçado é que ele parecia se sentir mais velho por causa disso...xD
Cheguei em casa, pra esperar o SWU to vendo Todo Mundo em Pânico 4, cagando de rir.
Amo a Jenifer, continuarei a amando. Ela também me ama. É tudo perfeito. Ou está ficando perfeito, passo a passo, dia a dia.



Hoje, se estivesse vivo, John Winston Lennon completaria 70 anos. Não fosse um grande e desgraçado FILHO DA PUTA (se não o maior de toda a história) chamado Mark Chapman, ele ainda estaria vivo. Os Beatles poderiam ter voltado, quem sabe. Enfim. Depois de cerca de 30 anos de sua morte, Yoko Ono, a maldita japonesa, continua se sustentando encima da sombra, da figura e da herança de Lennon, como beatle e como John. Raiva a parte, o momento é triste. Triste de saber que coisas malditas como Yoko e Mark continuam vivas e que John, George e tantos outros gênios, tantas outras pessoas que inspiram gerações e mudaram o rumo da história, tiveram que morrer. Mas também é de gratidão e orgulho. De saber que tal pessoa existiu e comprovar que o ser humano pode ser algo a mais. Capaz de vencer barreiras, mudar as coisas, ter talento e caráter. Errar é claro, mas se redimir acima de tudo e de todos. Ser honesto e ter valores. E quem nunca imaginou um mundo sem fronteiras, sem países, sem religião? Sem céu nem inferno, nem porquê caçar ou matar? Uma simples irmandade dos seres humanos com o planeta.
John Lennon imaginou. Cantou pedindo que se desce à paz uma chance. Espero poder levar a mensagem, como qualquer outro bom fã. À memória de John Lennon, eternamente nos nossos corações.

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