Simples e claro como água, fica fácil pra mim dizer que não há mais dias entediantes. Os mais 'parados' possíveis seriam os domingos, mas como sempre tem rodada do Brasileirão, IMPOSSÍVEL de não ter certo agito. Só tenho tentado é resolver o problema das quintas feiras, EITA DIA INGRATO. Mas enfim, ainda é terça feira e eu tento aproveitar.
Acordei cedo e talz. Naquele papo de ter aula de física (que eu só fui descobrir graças a Bruna aos 45 do segundo tempo de ontem) cheguei bem cedo, há tempo de adiantar os trabalhos de geografia e história. Acabei só fazendo o de geografia. Fiquei esperando a Jenifer aparecer, ela tinha aula mais cedo, mas não nos encontramos, e olha que eu procurei ela pra caramba.
Quando encontrei o JC pra tal aula era eu sozinho. Cheguei a procurar o pessoal mas não achei uma santa alma viva da turma por lá. Acabou cancelando.
Resolvi almoçar pra depois ver o jogo do Pavilhão. Liguei pra Jenifer enquanto o jogo ainda não começava de vez e encontrei com ela no refeitório. Combinamos dela me encontrar ali perto da arquibancada, enquanto eu via o jogo.
O tempo foi passando, e foi mal o jogo começar pra eu perceber a clara melhora do time do Pavilhão. A marcação tinha se acertado sem a bola, e com a bola elas tavam se movimentando bem mais. O jogo começou um tanto truncado até as meninas do Sinhá Moça arriscarem um bom chute, pra fora. Dali o jogo foi rolando até que num bom contra ataque o Pavilhão abre o placar com um gol de Vanessa, pra alegria dos insulanos feito eu.
Não demorou muito até o jogo ficar mais aberto, e certos lances deram arrepio. Principalmente a bola batida do escanteio que andou na linha e caprichosamente não entrou. Rayna mergulhou e a agarrou feito mãe com filho depois do primeiro dia fora de casa. Também pudera, a trave e a linha mereciam um beijo. Sorte de campeão? Quem sabe, por quê não seria?
Com velocidade na saída pro contra ataque o Pavilhão ampliou. Não sei de quem foi o gol. Deu mais tranquilidade pra torcida que assistia comigo. Nisso passa a Jenifer, com a irmã. Meus planos de passarmos um tempinho juntos foram parar só Deus sabe onde..
Continuei vendo o jogo. Depois de alguns lances comédia e alguns outros de pouco perigo, no final Cíntia (espero ter escrito certo..) deu números finais ao jogo: 3 a 0 Pavilhão. Gol bonito, bateu bem na bola.
A única consideração que posso fazer:
- Melhora INEGÁVEL do time. Bem mais entrosado, mais confiante, mais incisivo. Deu gosto ver.
O Pavilhão só pecou pela falta de finalizações. Elas corriam rápido, driblavam muito, mas quando tinham espaço não chutavam. Geralmente cortavam pro lado pra ganhar mais campo. Dentre as que posso me lembrar, teve umas 5 chances boas pra chutar pro gol que não foram aproveitadas. O time melhorou muito, mas se aproveitar os espaços no jogo e arriscar mais pode construir placares mais elásticos e ganhar moral. Na próxima partida vem o tal Mary Jane, que cagou pro mesmo Sinhá Moça que pra mim tem nada demais (aliás tem muito de menos) com um W.O ridículo. Dependendo do resultado do complemento da rodada (Beyblade X Mary Jane), é provável que o tal time da gata do Peter Parker venha desesperada e exposto atrás de uma vitória. E aí que o Pavilhão pode se aproveitar. Fiz as contas. O Pavilhão tem 3 pts com um saldo de gols de -3 (foi 7 a 1 o primeiro jogo, e 3 a 0 esse agora). Se o tal Mary Jane REALMENTE for ruim a ponto de se achar incapaz de vencer o Sinhá Moça, o Pavilhão pode construir um placar gigantesco, melhorar seu saldo e ter uma chave mais fácil (ou não, tenho que ver). Enfim. Conversei com a Rayna sobre a reposição de bola dela depois do jogo. Ela fazia um esforço do cacete pra bola ganhar altura (botava a bola atrás da cabeça pra arremessar) mas não conseguia ganhar distância, o que realmente importa. Inúmeras foram as bolas que ela arremessou nos pés da meninas do Sinhá Moça. Por sorte, as meninas do Pavilhão tavam ligadas no jogo e marcaram bem todos os lances. Falei pra ela jogar a bola como se fosse arremesso de peso mesmo. A altura da bola não importa, o importante é a distância, que deve ser suficiente pra deixar o companheiro em boas condições. Na verdade, isso tá parecendo rotina. Sempre que a Rayna volta dos jogos eu falo o que vejo que precisa ser corrigido. Sempre fui daqueles perfeccionistas, que se vê uma peça um pouquinho fora do lugar quer trocar o relógio. Pelo menos quando o assunto é futebol sempre fui perfeccionista. Engraçado, eu falo que sempre comento com ela do jogo, mas só foram 2 jogos..xD
Primeiro tempo de geografia. Tudo numa boa. Adoro essa matéria, é uma das poucas que eu penso em estudar na faculdade. Sei lá, facul de geografia, seria uma boa? Eu até acho que sim. Dizem que você viaja o Brasil como parte do curso.
Antes que tivesse aula de desenho, avisei pra Jenifer que ia passar o recreio na sala fazendo trabalho de história, e que se ela quisesse poderia ficar comigo ali na minha sala. Ela logo se prontificou a dizer que ia lá.
Desenho = MEEEEEEEEERDA, A PROF DEU O TRABALHO DO 3º TRIMESTRE. Cara, que ódio dessa matéria, tenho todo o ódio possível. E tenho certeza de que passarei um bom tempo pra fazer esse trabalho, e não vai sair na hora certa. NUNCA SAI. Quando sai não tá totalmente pronto. E com pouco tempo pra fazer então...
Sociologia = papo papo papo papo, pelo menos é um papo cabeça.
Ao bater do recreio fui ver onde a Jenifer estava. Ela veio na minha direção e logo me deu o braço. Sentamos na minha sala. Logo eu pude matar a saudade, e com ela ali, não faltou inspiração pros malditos 5 parágrafos que eu tinha que fazer. Foi muito bom estarmos juntos novamente, mesmo que por apenas meia hora. Ela escreveu o nome no meu caderno, e mesmo com a aula de história e a minha necessidade de copiar a matéria, eu deixei intacta 'a pichação' feita pela minha mineira. Escrevi ao redor, pra não manchar. Ai como eu amo essa menina.
Ao fim da aula de história, encontrei o pessoal, dei algumas poucas palavras com eles. Devem tá com um pouco de raiva de mim nesse sentido, e não os culpo. Mas isso há de passar, o Monuma tá voltando. As obras na área tão quase acabando, e vou ter direito a minha despedida no fim de ano ao estilo Monuma.
Fui embora junto da Jenifer, a irmã dela tinha ido embora mais cedo e eu pude acompanhá-la. Sentimos falta dos nossos carinhos um com o outro. Não nos demoramos. Ela foi embora e eu meti o pé. Fui pra Leopoldina com o Gabriel e de lá pegamos um M93 meio lotado. Mas fazer o quê né?
Cheguei em casa. To com a circular da viagem de Minas no fim do ano letivo, e to afim pra caramba de ir. Minha mãe me perguntei sobre como tava com a Jenifer, contei um pouco das coisas. Foi até engraçado.
Agora to por aqui. Amanhã analítica. Cedo. SAAAAAACO.
Mas enfim. O tédio se acaba, você pode não gostar do que vai fazer, mas tédio você não terá mais. É foda. Amanhã tentar aproveitar. E só rezando pra tudo dar certo entre mim e a Jenifer.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
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