Hey, você aí

Não, não quero seu dinheiro.
Estava mais pra dizer 'Hey Jude', ou algo assim.
Bom, este blog é sobre mim. Não apenas eu, mas o que penso, sinto, etc. Já foi meio invasivo, já foi vazio. E no fundo ainda é legal, pra mim. Meu cantinho de desabafo e filosofia, se assim posso dizer.
Eu sou um livro aberto. O que quiser saber, pode achar aqui. E o que não conseguir, é porque ainda vamos nos esbarrar por esta vida irônica.

The Beatles

The Beatles
Abbey Road

sábado, 29 de maio de 2010

Reborn.

Cara, é estranho dizer como que isso aconteceu, mas foi maneiro. Tá sendo maneiro.
Eu acordei era cedo pra caralho, 6 e 30.. Resolvi durmir de novo. Só que perdi a hora, quando acordei de novo eram 15 pras 10, e eu nem tinha sequer tomado café, nem teria tempo, tava pra lá de atrasado.
Sei lá como, sei que durmir mais que a cama parece ter sido a grande solução. Cara, eu me senti muito disposto, mais rápido e mais seguro do que no mês inteiro. Fiz tudo rapidinho, consegui recuperar o tempo perdido e pegar o ônibus até antes da hora. Cheguei cedinho no cpII.
Acabei encontrando com o Lucas, e dando os parabéns, hoje é níver dele. Parabéns lekão, mais uma vez. Ele disse que não ficaria, provavelmente o Wlad, o Vitor e a galera devem ter ido com ele comemorar.
Fui chegando e vivi uma situação inusitada: enquanto comecei a conversar com o Phelipe, reparei numa menina, que era da turma de algum amigo meu, com uma caixa. A menina é bonita, bem estilosa. O mais importante foi ela ter sentado do lado do Patrick e do Wallace. Eu logo vi: 'caráio, eles conhecem ela!'
Bom, isso seria o bastante pra me aproximar, mas eu não me sentia muito à vontade. E aí o Wallace me chamou.
O que rolava é que ela tava com uma caixa onde a galera tava mandando os torpedos, gafes e acho até que sugestões pro jornal do grêmio.
E o Wallace falou pra ela 'me consultar' ou coisa do tipo, porquê de história no cpII eu que sei, 'ele é o maior contador de história que tem nessa porra' disse o Wallace.
Então fomos apresentados, o nome dela é Nina. Acho que namora o Patrick, não sei. Se não for o caso, melhor pra mim.
Bom, aí entrei pra ter uma aula mistão de 214 e 216 (porquê tinha no máximo umas 5 pessoas na minha turma e a 14 tava sem aula) de geografia, onde fizemos um exercício meio chato. Mas beleza, foi bom ter aquele povo todo reunido na sala mais uma vez, sem ser numa prova.
Depois a chatíssima aula de biologia, que vontade de durmir de novo..
Aí recreio rápidão..10 minutos né.
Então aula de história, que foi só bate-papo.
Fui embora. Demorei pra decidir de que jeito ia, mas acabei indo de Leopoldina. Cheguei até rápido.
Peguei a viola, mas descobri uma corda arrebentada, amanhã compro outra. Peguei a guitarra. Comecei a tocar. Não existe sensação melhor, a sincronia das batidas do coração com os acordes correndo e soando em meio ao silêncio. Eu sinto como se tivesse nascido pra isso. Há algo de diferente quando eu fico tocando guitarra. É como se ela fosse feita de encomenda, só pra mim, e mais ninguém. É quase mágico, sobrenatural. (Não fumei nada seu engraçadinho.)
Parece que vou viajar pra uma cidade no interior lá em outubro. Dois dias. A cidade é foda, dizem que é tradicional em música (um espaço pra tocar e ser divulgado) e que se pode andar pelas ruas até altas horas, virar o dia. Minha mãe liberou tal rotina. Vai geral aqui em casa. Caramba, imagina as garotas de lá (muito mais fáceis de pegar do que aqui nas grandes cidades), música o tempo todo e poder ficar na rua direto!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SENHOR, MUITO OBRIGADO
SÓ FALTA A NAMORADA!!!!!!!!!!
Ai ai...será que ela vem? Ou ELA vem? tanto faz agora. O que vier é lucro.
Vamos ver..

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