Hoje acordei pensando nos jogos do campeonato da escola que estavam marcados pra rolar. Ia ter Heineken X Bar Sem Lona (eu estava curioso pra ver o que ia acontecer dentro do Bar Sem Lona, que no jogo passado, mesmo vencendo com folga, começou a ter racha interno. O camisa 8, chamado Breno, revoltou com todo o elenco e berrava pra todo mundo ver: 'SAIO MAIS NÃO. AGORA EU ENTRO E NÃO SAIO MAIS, TOMAR NO CÚ GERAL! CONTRA O HEINEKEN EU NÃO SAIO!' e gerou uma baita discussão ali, do 'lado de fora' da quadra, atrás do gol.) e Pavilhão X Galalite (queria ver se o pessoal conseguiria evoluir, mas enfrentar logo o Pavilhão também não ia ser fácil. Embora o Pavilhão tenha perdido em técnica comparado ao ano passado, ganhou em força física, e ia dificultar muito o jogo de qualquer forma..). Jogos que de qualquer forma seriam bons de se ver, e resolvi ir pra escola, embora minha mãe não quisesse.
Tipo, eu lá pelas 6 da manhã ouvi barulho de gente que não queria ir a escola, que estava doente, que uma outra pessoa finalmente ia levar essa pessoa preguiçosa pra um hospital, e blá blá blá. Fiz esforço pra que o barulho não me fizesse levantar. As 9 eu levantei. Minha mãe voltou pra casa com o doente do meu irmão: ataque da sinusite.
Ela disse que era contra eu ir ao jogo, mas não ia me impedir.
Como não ia, eu fui. Dominique recarregou o celular pelo visto, pois começou a me mandar mensagens depois que liguei pra ela. Fomos conversando. No ônibus, reencontrei Letícia, uma das filhas do Capossoli que era da minha condução. Ela tava bem mudada. Fomos conversando, deu pra ver que ela amadureceu bastante. Quem diria.
Cheguei e o pessoal tava por lá. Tava meio atrasado, mas o jogo do Galalite com o Pavilhão seria só 1 hora, o último. Só que mesmo assim, havia um atraso pros outros jogos de meio dia. Resolvi ajudar o pessoal com o treinamento. Ficamos batendo bola, e talz. Altinho, finalização, saída de bola. Volta e meia a gente parava, eu subia pra ver alguma novidade, e nada. Voltava pra ajudar. Entre lances e bizarros e alguma melhora de habilidade, quando todos já estavam decididos por ir embora (e isso incluía todos os outros times, mais o grêmio que estava revoltado com essa situação de merda...), o Gabira notou que perdeu o celular. Procuramos por onde estávamos e perguntamos pra várias pessoas. Nada. Agora, fato, foi roubado. Inacreditável como até no Pedro II tem FILHA DA PUTA DE MERDA ARROMBADO VIADO SEM CARÁTER. Impressionante. Se descobrir quem é eu meto eu a porrada.
Enfim..amanhã evento no Centro, vou direto daqui com a Dominique e voltamos juntos..rs
Abraços, fui.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário