Hoje era dia de encarar a aparação. Calma, caaaaaaaaaaaaalma, não me depilei e vou postar aqui detalhes, cruz credo, seria idiotice.
Hoje eu tinha que cortar o cabelo. É, é triste, detesto fazer isso. Mas o cabelo já tava no limite, por mais que eu goste dele assim tava dando trabalho demais. Fora que toda viagem de ônibus ele ficava uma merda impossível de dar jeito. Calor também tá aumentando (apesar do meu resfriado), quanto maior a juba mais o leão morre seco de sede.
Enfim, claro que meu dia não se resumiu nisso. O lance foi o seguinte, acordei de manhã num horário mais ou menos, liguei a TV, repetindo o processo de ontem, de esperar por notícias. Sabia que não ia ter aula e talz, então tava sossegado. Mas enquanto não vinha a droga do cartucho pra imprimir as coisas, fazer o que precisava, ficava impossível trabalhar.
A manhã foi assim, no ócio. Meu irmão chegou eu já tava fazendo o almoço e talz. Um bom rango e talz, nada super caprichado, bem normal e tudo o mais. Almocei, tomei banho e me arrumei pra missão complicada.
Peguei meu dinheiro, tudo certinho, contado e talz. Eu não tava afim de ir no barbeiro não. Os caras nas últimas vezes pelaram minha cabeça, fiquei com cabelo de coroa, e levou um século pra ficar como eu gosto. Meu irmão sugeriu o salão do Prezunic. Segundo ele, não era aquele do tipo dominado por mulheres, revistas femininas e novelas reprisadas na TV. Resolvi, sabe se lá Deus porquê, escutar o conselho dele.
Peguei uma van no calor infernal, desci no Prezunic, entrei, segui o corredor até o tal salão. Só tinha um cara lá atendendo, já cortava o cabelo de um cara lá, um coroa.
'Realmente não é tão feminino, senão dificilmente ia ter coroa aqui..'
Demorou um pouco mas logo chegou a minha vez. O tal cabeleireiro veio puxando papo. E pra minha surpresa veio falando de quão ruim o Rock in Rio estava, num sei o quê, me surpreendeu. Acabei tendo uma boa conversa sobre música, especificamente rock n' roll com o cara. Não sei se era falsidade dele pra que eu me sentisse bem no ambiente ou se o cara realmente era culto, enfim, não volto lá tão cedo, então que se dane. O cara fez um ótimo trabalho.
Aproveitei o ensejo e fui no shopping, eu não estava nem um pouco afim de vir pra casa fazer aqueles lanches toscos e fraquinhos. Eu tava com FOME. E talvez aí esteja a minha maior cara de pau. No caminho de sair do Prezunic pra ir ao shopping, tinha uma balança. De graça, não precisava pagar. Vi uma menina subindo e pensei:
'Bom, eu já vou comer mesmo...talvez seja bom saber o quanto posso comer.'
Subi na balança. Fiquei um pouco preocupado: 69,80 quilos. Praticamente 70 quilos. Bom, eu tenho cerca de 1,75 de altura, ou um pouco mais que isso. Quase 1,80, falta pouquinho, se é que eu já não cheguei a isso sem saber. Se me lembro bem da conta, o limite de peso normal é o que corresponde a 'casa dos quebrados' da sua altura. O mínimo é aquilo menos 15. Em miúdos, eu tendo 1,75, meu limite seria 75 quilos, meu mínimo 60. Eu acho que é por aí. Quer dizer, eu não to gordo, nem tenho exatamente o que se pode chamar de barriga. Mas ainda tenho sei lá, flacidez, preciso entrar em forma. Aquele velho papo de sempre.
E eu agora explico porquê a minha maior cara de pau. Mesmo sabendo de tudo isso que falei, fui no MCDONALD'S, COMI UM CBO PRA LÁ DE ENGORDATIVO, com batatas e coca, e pra fechar, UM SUNDAE DE CHOCOLATE. E EU ESTOU RESFRIADO.
Eu sou um cara de pau que passa dos limites. Fato.
Voltei pra casa. Banho pra tirar o cabelo que ainda ficou lá, fiapos cortados que não caíram na hora certa. Esse tipo de coisa.
Agora estou aqui. O visual até que tá bom, do tipo que eu poderia me acostumar por um tempo, sei lá.
Brincadeira, até parece que eu vou ficar assim, cortando toda hora. Juba rules.
Fui.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
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